O mundo parou para assistir a um dos momentos mais aguardados da cultura pop em 2026. Bad Bunny, o ícone absoluto do reggaeton e do trap latino, comandou o lendário Halftime Show do Super Bowl. Com uma performance eletrizante que celebrou as raízes caribenhas e a força da música em espanhol, o artista porto-riquenho consolidou seu título de maior estrela do entretenimento global da atualidade.
O show foi uma explosão visual e sonora, misturando seus maiores sucessos com uma cenografia que homenageava Porto Rico e a cultura latina. Mas o sucesso de Benito Antonio Martínez Ocasio — seu nome de batismo — não se limita aos recordes de streaming. Nos últimos anos, ele provou ser um talento camaleônico, conquistando Hollywood com papéis marcantes em filmes e séries de grande orçamento.
Bad Bunny nas Telas: De Assassino a Barman
Enquanto domina as paradas musicais, Bad Bunny construiu uma filmografia invejável, transitando entre o drama, a ação e o humor:
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Ladrões (2025 – HBO Max): Em um de seus papéis mais recentes, ele interpreta um ex-prodígio do beisebol que, ao trabalhar como barman, acaba envolvido em uma guerra de gangues por causa do gato de um vizinho.
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Um Maluco no Golfe 2 (2025 – Netflix): O artista mostra sua veia cômica ao lado de Adam Sandler nesta aguardada sequência do clássico dos anos 90.
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Cassandro (2023 – Prime Video): Bad Bunny entregou uma atuação sensível e elogiada ao participar da cinebiografia de Saúl Armendáriz, o lutador gay que revolucionou a luta livre mexicana.
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Trem-Bala (2022 – Netflix): No papel de “The Wolf”, ele protagonizou uma das sequências de luta mais viscerais do filme ao enfrentar o personagem de Brad Pitt.
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Velozes & Furiosos 9 (2021 – Telecine/Universal+): Marcou presença na franquia de ação mais famosa do cinema antes de expandir seus horizontes dramáticos.
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Narcos: México (Série – Netflix): Benito surpreendeu a todos como Arturo “Kitty” Paez, um jovem rico que se torna peça-chave no violento cenário do tráfico mexicano.
O Legado de um Visionário
A trajetória de Bad Bunny é um estudo de caso sobre autonomia e identidade. Ele quebrou barreiras de gênero na moda, desafiou normas da indústria musical ao se recusar a cantar em inglês para “fazer sucesso” e agora ocupa o centro do gramado do Super Bowl, o ápice da publicidade e do entretenimento americano.
Com o show do intervalo de 2026, Bad Bunny não apenas entreteve milhões; ele enviou uma mensagem clara: o idioma da música e do talento é universal. Seja no ringue da WWE (onde também já brilhou), nas salas de cirurgia de Narcos ou no topo do palco do Super Bowl, o “Coelhão” é, sem dúvida, o nome que define esta década.
