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TV brasileira perde símbolo dos anos 80 com morte de Nahim

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Olá, internautas

Na última quinta-feira (13/06), a TV brasileira perdeu um dos ícones dos anos 80. O cantor Nahim morreu aos 71 anos, após acidente doméstico em Taboão da Serra. O artista foi um dos fenômenos musicais da década oitentista. Participava dos programas de auditório e marcou a história do “Qual É a Música?”, comandado por Silvio Santos. Uma das principais marcas da história de quase 43 anos do SBT.

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Desde então, Nahim permaneceu na mídia. Na década passada, o cantor voltou aos holofotes. Era um dos “curingas” do diretor Rodrigo Carelli nos realities da Record. Chamou a atenção em “O Aprendiz Celebridades”. Na época, entrou em um forte entrevero com o apresentador Roberto Justus. Depois, os dois se reencontram em “A Fazenda – Nova Chance”. Na nona edição do reality rural, Nahim ficou, principalmente, ao lado de Conrado e Dinei formando o “Trio da Casa da Árvore”.

Em seguida, o paulista de Miguelópolis participou, ao lado de sua então esposa Andréia de Andrade, do “Power Couple Brasil”. A personalidade forte, mais uma vez, ficou em evidência no “reality dos casais”.  No ano passado, Nahim encerrou seu ciclo na Record com o “Troca de Esposas” quando teve a oportunidade de conhecer Hellen Spani, cabelereira da cidade de Santos.

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Nahim sempre era convidado pelas atrações da TV brasileira. Sempre rendia alguma fala que repercutia na audiência. Por isso mesmo, sua morte também gerou impacto. O programa “Chega Mais”, do SBT, foi alvo de críticas por exibir o momento de dor da ex-companheira Andrèia ao ver o corpo do cantor. O flagra da escada ensanguentada também foi questionado.

A Record também cobriu, instantaneamente, a notícia do falecimento do “star reality”. “Hoje em Dia”, “Balanço Geral” com Reinaldo Gottino e “Cidade Alerta” com Luiz Bacci cobriram intensamente. Até mesmo, com um clima de dúvida sobre o que, de fato, aconteceu. Ele caiu da escada ou foi empurrado? “Morte suspeita”.  A fala do delegado ativou esse noticiário.

Nahim é um dos símbolos midiáticos da minha infância. Uma das minhas primeiras lembranças musicais. Dá dá dá o seu coração… Pode ser loira ou morena… Só que tem que saber amar… Tem que ter boca pequena… E que só queira beijar…

Meus sinceros pêsames aos familiares, amigos e fãs. Descanse em paz.

Fabio Maksymczuk

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