“Profissão Repórter” enaltece ayahuasca sem outro lado

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Fabio Maksymczuk
Fabio Maksymczukhttp://www.fabiotv.com.br/
Jornalista, membro do júri de TV na APCA, editor do portal FABIOTV, blogueiro e colunista do Além da Tela, com passagem pelo Portal Imprensa (2009/15) e UOL TV Blogs

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“Profissão Repórter” é um dos melhores jornalísticos da TV brasileira. A atração de Caco Barcellos sempre traz edições interessantes no fim da noite ao telespectador.

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Na última terça-feira (30/08), o programa da TV Globo abordou o aumento da procura pelo turismo internacional da ayahuasca, na Amazônia, além de ter destacado a bebida como alternativa para tratamento de depressão e dependência química nos centros urbanos.

“Profissão Repórter” trouxe reportagens que enalteceram o chá. Apenas esse ponto de vista. O jornalístico não apresentou casos infrutíferos com o alucinógeno. Contarei um caso pessoal para retratar a minha preocupação.

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Um rapaz enfrenta diversos distúrbios psicológicos. O processo se acentuou há cinco anos. Tive a oportunidade de conhecê-lo em uma vibração calma e serena. Iniciou com terapia e passou pelo tratamento tradicional.

Agora, ele trilha o tratamento alternativo com ayahuasca. Passados cinco anos, revi com os sintomas do Transtorno de hiperatividade. Estava agitado. Eufórico no nosso encontro.

Na grande mídia, a morte de Rian Brito, filho de Nizo Neto, ganhou repercussão. Ele consumia a beberagem e entrou em surtos. Segundo Nizo, o jovem desenvolveu esquizofrenia e tirou a própria vida.

“Profissão Repórter” poderia ter abordado esse outro lado.

Fabio Maksymczuk

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“Profissão Repórter” é um dos melhores jornalísticos da TV brasileira. A atração de Caco Barcellos sempre traz edições interessantes no fim da noite ao telespectador.

Na última terça-feira (30/08), o programa da TV Globo abordou o aumento da procura pelo turismo internacional da ayahuasca, na Amazônia, além de ter destacado a bebida como alternativa para tratamento de depressão e dependência química nos centros urbanos.

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“Profissão Repórter” trouxe reportagens que enalteceram o chá. Apenas esse ponto de vista. O jornalístico não apresentou casos infrutíferos com o alucinógeno. Contarei um caso pessoal para retratar a minha preocupação.

Um rapaz enfrenta diversos distúrbios psicológicos. O processo se acentuou há cinco anos. Tive a oportunidade de conhecê-lo em uma vibração calma e serena. Iniciou com terapia e passou pelo tratamento tradicional.

Agora, ele trilha o tratamento alternativo com ayahuasca. Passados cinco anos, revi com os sintomas do Transtorno de hiperatividade. Estava agitado. Eufórico no nosso encontro.

Na grande mídia, a morte de Rian Brito, filho de Nizo Neto, ganhou repercussão. Ele consumia a beberagem e entrou em surtos. Segundo Nizo, o jovem desenvolveu esquizofrenia e tirou a própria vida.

“Profissão Repórter” poderia ter abordado esse outro lado.

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