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Em tempos de isolamento social, em que vítima e agressor passaram a dividir o mesmo teto o dia inteiro, dados oficiais do governo indicam aumento nos casos de violência doméstica. Torna-se cada vez mais urgente discutir os direitos das mulheres na sociedade e o documentário “Legítima Defesa”, que estreia no Canal Brasil nesta segunda (04), mostra os efeitos das agressões contra elas em situações extremas.

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A partir do depoimento de três pessoas agredidas, verbal e fisicamente por seus cônjuges, o roteiro narra a experiência de pessoas que, mediante extrema emoção após anos de sofrimento, não vislumbraram outra saída para a situação exceto terminar com a vida de seus companheiros. O filme alterna entre os depoimentos das vítimas e a simulação de um júri popular inspirado no caso real de uma ré acusada de tirar a vida de seu marido.

A cineasta Susanna Lira conta a experiência de três pessoas que, durante anos, foram vítimas de comportamentos agressivos de seus parceiros. Às câmeras, elas confessam o início dos relacionamentos, a evolução de violência dos cônjuges – injúrias verbais rapidamente transformadas em cicatrizes e hematomas – e o inferno de todo dia acordar ao lado de seu algoz. Os relatos são emocionantes e oferecem um panorama preocupante da realidade de muitas mulheres. O júri simulado adiciona teor jurídico à discussão, definindo conceitos de legítima defesa perante à lei.

“Legítima Defesa” estreia dia 04 de maio, às 20h15 no Canal Brasil.

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