“Jornal da Record” enfrenta turbulência com saída de Adriana Araújo

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Ricardo Marques
Ricardo Marques
Entusiasta sobre TV por assinatura e recepção via satélite. Publica sobre o mercado brasileiro, destaques da HBO e Telecine. Doutor em Estudos Literários.

Olá, internautas

O telejornalismo vive um momento tenso com a cobertura do governo Bolsonaro e a pandemia do novo Coronavírus que já dizimou cerca de 50 mil brasileiros, de acordo com dados oficiais.

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O “Jornal Nacional” realiza uma cobertura contundente sobre as ações do presidente, seus ministros, filhos e demais “amigos” que o cercam. Diariamente, o telejornal também foca o número crescente de infectados e mortes pelo novo coronavírus. Agora, a Covid-19 adentra os rincões do nosso País.

Diferente da TV Globo, o telejornalismo da Record TV promove uma cobertura bem menos intensa sobre tais fatos que assombram a sociedade brasileira. Um exemplo já citado neste espaço ocorre com o “Balanço Geral – SP” com Reinaldo Gottino que negligencia a pandemia. O ‘Jornal da Record” também não foca nas duas pautas que dominam o “JN”.

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Nesta sexta-feira (19/06), por exemplo, o telejornal exibiu uma reportagem sobre a desova de tartarugas e cedeu amplo espaço ao deputado federal Marcos Pereira, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus e já ocupou a vice-presidência da Rede Record. O político analisou o possível adiamento das eleições municipais.

O noticiário também valoriza os comentários de Augusto Nunes. Nesta sexta, de acordo com o comentarista, por exemplo, “o ensino médio foi redesenhado pelos governos do PT para formar militantes do partido” e “Por falta de tempo e meios, o agora ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, não conseguiu extirpar os tumores que diagnosticou, entre os quais se inclui a deformação ideológica do ENEM e o aparelhamento político das reitorias”. Linha condizente com a posição do governo Bolsonaro.

De acordo com o noticiário especializado, a âncora Adriana Araújo demonstrou desconforto com tal situação. Ficou afastada por cerca de um mês da apresentação do telejornal. Retornou recentemente, mas, nesta sexta-feira (19/06), a emissora informou que a jornalista que há 14 anos ocupava a bancada sairá definitivamente do telejornal. Em seu lugar, entra Christina Lemos.

O telespectador já emite o seu sinal. O telejornal, que registrava médias ao redor dos 10 pontos, perdeu fôlego nos índices de audiência. Nesta quinta-feira (18/06), registrou 7 pontos. Por outro lado, “Jornal Nacional” conquistou 32 pontos. A linha adotada pelo telejornalismo da Record TV é preocupante.

Fabio Maksymczuk

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O telejornalismo vive um momento tenso com a cobertura do governo Bolsonaro e a pandemia do novo Coronavírus que já dizimou cerca de 50 mil brasileiros, de acordo com dados oficiais.

O “Jornal Nacional” realiza uma cobertura contundente sobre as ações do presidente, seus ministros, filhos e demais “amigos” que o cercam. Diariamente, o telejornal também foca o número crescente de infectados e mortes pelo novo coronavírus. Agora, a Covid-19 adentra os rincões do nosso País.

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Diferente da TV Globo, o telejornalismo da Record TV promove uma cobertura bem menos intensa sobre tais fatos que assombram a sociedade brasileira. Um exemplo já citado neste espaço ocorre com o “Balanço Geral – SP” com Reinaldo Gottino que negligencia a pandemia. O ‘Jornal da Record” também não foca nas duas pautas que dominam o “JN”.

Nesta sexta-feira (19/06), por exemplo, o telejornal exibiu uma reportagem sobre a desova de tartarugas e cedeu amplo espaço ao deputado federal Marcos Pereira, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus e já ocupou a vice-presidência da Rede Record. O político analisou o possível adiamento das eleições municipais.

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O noticiário também valoriza os comentários de Augusto Nunes. Nesta sexta, de acordo com o comentarista, por exemplo, “o ensino médio foi redesenhado pelos governos do PT para formar militantes do partido” e “Por falta de tempo e meios, o agora ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, não conseguiu extirpar os tumores que diagnosticou, entre os quais se inclui a deformação ideológica do ENEM e o aparelhamento político das reitorias”. Linha condizente com a posição do governo Bolsonaro.

De acordo com o noticiário especializado, a âncora Adriana Araújo demonstrou desconforto com tal situação. Ficou afastada por cerca de um mês da apresentação do telejornal. Retornou recentemente, mas, nesta sexta-feira (19/06), a emissora informou que a jornalista que há 14 anos ocupava a bancada sairá definitivamente do telejornal. Em seu lugar, entra Christina Lemos.

O telespectador já emite o seu sinal. O telejornal, que registrava médias ao redor dos 10 pontos, perdeu fôlego nos índices de audiência. Nesta quinta-feira (18/06), registrou 7 pontos. Por outro lado, “Jornal Nacional” conquistou 32 pontos. A linha adotada pelo telejornalismo da Record TV é preocupante.

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