Globo ataca Bolsonaro com sua maior arma: a ficção

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O Protagonistahttp://www.vcfaz.tv
Um crítico descentralizado. Nem pra um lado, nem pra outro. Ou para os dois.

Desde o início do ano, a Globo criou, dentro do “Fantástico”, o quadro “Isso a Globo Não Mostra“. Misturando ficção com realidade – e com apenas de 5 minutos de duração – o quadro tinha como objetivo inicial desqualificar, por meio do humor, a famosa frase utilizada (principalmente) nas redes sociais: a Globo não mostra X, a Globo esconde Y (etc, etc). A mensagem era clara: a Globo aprendeu a rir de si mesma. No entanto – e principalmente nas últimas semanas – o quadro se tornou uma explícita e contínua crítica a Jair Bolsonaro. Com um intervalo ou outro, diga-se de passagem.

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Ao misturar cenas de ficção com realidade – tais como cenas de novelas populares mescladas com frases e pronunciamentos de Bolsonaro, seus filhos e ministros (incluindo Sérgio Moro), a Globo usa de sua principal arma para fazer críticas cada vez mais diretas ao atual governo.

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É comum ver cenas – como as exibidas no último domingo (vídeo abaixo) – onde a posição da emissora fica clara ao mostrar seu elenco “criticando”, por meio de determinadas frases ou reações, algo dito pelo mito presidente ou por seu clã. A emissora também passou a introduzir a presença de Marcelo Adnet e de alguns “jingles políticos” ao final do quadro, tal como acontecia no finado programa “Tá no Ar: A TV na TV”.

Como se sabe, o amor entre Globo e Bolsonaro só pode ser explicado por Sigmund Freud, pai da psicanálise. Ou seja, é inexplicável. Já o amor de Bolsonaro por outras emissoras, bem… é melhor deixar para lá.

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Desde o início do ano, a Globo criou, dentro do “Fantástico”, o quadro “Isso a Globo Não Mostra“. Misturando ficção com realidade – e com apenas de 5 minutos de duração – o quadro tinha como objetivo inicial desqualificar, por meio do humor, a famosa frase utilizada (principalmente) nas redes sociais: a Globo não mostra X, a Globo esconde Y (etc, etc). A mensagem era clara: a Globo aprendeu a rir de si mesma. No entanto – e principalmente nas últimas semanas – o quadro se tornou uma explícita e contínua crítica a Jair Bolsonaro. Com um intervalo ou outro, diga-se de passagem.

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Ao misturar cenas de ficção com realidade – tais como cenas de novelas populares mescladas com frases e pronunciamentos de Bolsonaro, seus filhos e ministros (incluindo Sérgio Moro), a Globo usa de sua principal arma para fazer críticas cada vez mais diretas ao atual governo.

É comum ver cenas – como as exibidas no último domingo (vídeo abaixo) – onde a posição da emissora fica clara ao mostrar seu elenco “criticando”, por meio de determinadas frases ou reações, algo dito pelo mito presidente ou por seu clã. A emissora também passou a introduzir a presença de Marcelo Adnet e de alguns “jingles políticos” ao final do quadro, tal como acontecia no finado programa “Tá no Ar: A TV na TV”.

Como se sabe, o amor entre Globo e Bolsonaro só pode ser explicado por Sigmund Freud, pai da psicanálise. Ou seja, é inexplicável. Já o amor de Bolsonaro por outras emissoras, bem… é melhor deixar para lá.

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