Canal Like presta homenagem ao diretor Fábio Barreto

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Ricardo Marques
Entusiasta sobre TV por assinatura e recepção via satélite. Publica sobre o mercado brasileiro, destaques da HBO e Telecine. Doutor em Estudos Literários.

Nesta terça-feira, dia 3 de dezembro, a partir das 10h, o canal Like presta uma homenagem ao cineasta, produtor e roteirista Fábio Barreto, que faleceu aos 62 anos, dia 20 de novembro, após quase dez anos em coma em decorrência de um grave acidente de carro.

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Irmão mais novo do diretor Bruno Barreto, e filho dos produtores Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto, Fábio já nasceu respirando cinema. Começou como ator aos nove anos atuando em um curta dirigido pelo irmão. Ele também começou cedo como cineasta. Tinha 20 anos em 1977 quando dirigiu o seu primeiro curta, “A História de José e Maria”. No ano seguinte, dirigiu o curta documentário “Mané Garrincha”. E em 1979 fez o making of do clássico de Cacá Diegues, “Bye Bye Brazil”.

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Em 1984, Fábio lançou o seu primeiro longa-metragem: “Índia: a Filha do Sol”. O filme narra o romance trágico entre um soldado branco, interpretado pelo Nuno Leal Maia, e uma jovem índia, papel de estreia da Gloria Pires no cinema. Em 1995, Fábio chega ao apogeu de sua carreira com “O Quatrilho”, estrelado por Glória Pires e Patricia Pillar. Muitos outros filmes depois, em 2009, Fabio Barreto dirigiu “Lula, o Filho do Brasil”. O filme foca na juventude de Luis Inácio da Silva, o Lula. É a história de como um filho de imigrantes nordestinos se tornou o mais importante líder sindicalista do Brasil. Um pouco antes do lançamento do filme, a carreira de Fábio Barreto foi interrompida bruscamente por um acidente de carro.

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Nesta terça-feira, dia 3 de dezembro, a partir das 10h, o canal Like presta uma homenagem ao cineasta, produtor e roteirista Fábio Barreto, que faleceu aos 62 anos, dia 20 de novembro, após quase dez anos em coma em decorrência de um grave acidente de carro.

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Irmão mais novo do diretor Bruno Barreto, e filho dos produtores Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto, Fábio já nasceu respirando cinema. Começou como ator aos nove anos atuando em um curta dirigido pelo irmão. Ele também começou cedo como cineasta. Tinha 20 anos em 1977 quando dirigiu o seu primeiro curta, “A História de José e Maria”. No ano seguinte, dirigiu o curta documentário “Mané Garrincha”. E em 1979 fez o making of do clássico de Cacá Diegues, “Bye Bye Brazil”.

Em 1984, Fábio lançou o seu primeiro longa-metragem: “Índia: a Filha do Sol”. O filme narra o romance trágico entre um soldado branco, interpretado pelo Nuno Leal Maia, e uma jovem índia, papel de estreia da Gloria Pires no cinema. Em 1995, Fábio chega ao apogeu de sua carreira com “O Quatrilho”, estrelado por Glória Pires e Patricia Pillar. Muitos outros filmes depois, em 2009, Fabio Barreto dirigiu “Lula, o Filho do Brasil”. O filme foca na juventude de Luis Inácio da Silva, o Lula. É a história de como um filho de imigrantes nordestinos se tornou o mais importante líder sindicalista do Brasil. Um pouco antes do lançamento do filme, a carreira de Fábio Barreto foi interrompida bruscamente por um acidente de carro.

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