Caldeirão popular marca estreia do “Geral do Povo”

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Fabio Maksymczuk
Fabio Maksymczukhttp://www.fabiotv.com.br/
Jornalista, membro do júri de TV na APCA, editor do portal FABIOTV, blogueiro e colunista do Além da Tela, com passagem pelo Portal Imprensa (2009/15) e UOL TV Blogs

Neste domingo (14/01), Geraldo Luis retornou à guerra dominical com o novo programa “Geral do Povo”. Agora na RedeTV!, o apresentador ocupa a faixa das 17h30 às 21 horas. A nova atração anotou singelos cinco décimos de média na Grande São Paulo.

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Mesmo com o baixo índice de audiência, “Geral do Povo” apareceu como opção ao telespectador que busca uma atração que remete aos elementos televisivos “mais quentes” dos anos 90. Transpareceu a imagem de “caldeirão popular”.

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“Obrigado, Jesus”, bradou Geraldo nos primeiros momentos da estreia. O comunicador ajoelhou-se e beijou o piso do cenário.  Logo no início, Geraldo apresentou as “geraldetes”, uma miss (do Amazonas) e a Branca das Neves e os sete seguidores (anões). Toda essa turma ocupou o palco de menores dimensões em comparação aos concorrentes. Já no auditório, o apresentador fez questão de ressaltar as presenças de Marcia Fu que se destacou em “A Fazenda 15” e Risadinha, figura icônica dentre as “colegas” do “Programa Silvio Santos”.

Durante o dominical, Geraldo recebeu cantores, exibiu a grande reportagem com familiares de Arlindo Cruz e mostrou o sambista acamado em seu apartamento no Rio de Janeiro. As declarações de Babi Cruz, companheira de Arlindo, sobre as intimidades do casal nesse período difícil, repercutiram nas redes sociais.

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O programa também oferece espaço aos repórteres das afiliadas. Boa ideia. Nesta primeira edição, uma colecionadora de bonecas no Nordeste ganhou destaque. A matéria com Richard Rasmussen sobre animais apareceu como ponto negativo da estreia. Ficou descontextualizada com o restante da atração.

Já o ponto alto foi a entrevista, no palco do “Geral do Povo”, com os agentes envolvidos na busca do helicóptero que caiu em Paraibuna, na região do Vale do Paraíba, em São Paulo. É a mescla do jornalismo com o entretenimento que alavancou o “Domingo Legal” nos anos 90.

Os momentos finais do dominical relembraram o quadro da Banheira do Gugu. Geraldo Luis, só de calção, encarou o desafio de encontrar os sabonetes envolvido nos braços de uma modelo.

Durante a primeira edição do “Geral do Povo”, ocorreram, teoricamente, duas quedas de energia. As “falhas técnicas” ajudaram a impulsionar os comentários nas redes sociais.

“Geral do Povo” deveria, na realidade, ocupar a faixa de confronto direto com Eliana e Rodrigo Faro, além das transmissões de futebol da TV Globo. Os dominicais do SBT e Record não passam por um bom momento. Por isso mesmo, o novo programa poderia colher melhor desempenho nos índices de audiência, caso seja antecipado na grade de programação.

Fabio Maksymczuk

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Neste domingo (14/01), Geraldo Luis retornou à guerra dominical com o novo programa “Geral do Povo”. Agora na RedeTV!, o apresentador ocupa a faixa das 17h30 às 21 horas. A nova atração anotou singelos cinco décimos de média na Grande São Paulo.

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Mesmo com o baixo índice de audiência, “Geral do Povo” apareceu como opção ao telespectador que busca uma atração que remete aos elementos televisivos “mais quentes” dos anos 90. Transpareceu a imagem de “caldeirão popular”.

“Obrigado, Jesus”, bradou Geraldo nos primeiros momentos da estreia. O comunicador ajoelhou-se e beijou o piso do cenário.  Logo no início, Geraldo apresentou as “geraldetes”, uma miss (do Amazonas) e a Branca das Neves e os sete seguidores (anões). Toda essa turma ocupou o palco de menores dimensões em comparação aos concorrentes. Já no auditório, o apresentador fez questão de ressaltar as presenças de Marcia Fu que se destacou em “A Fazenda 15” e Risadinha, figura icônica dentre as “colegas” do “Programa Silvio Santos”.

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Durante o dominical, Geraldo recebeu cantores, exibiu a grande reportagem com familiares de Arlindo Cruz e mostrou o sambista acamado em seu apartamento no Rio de Janeiro. As declarações de Babi Cruz, companheira de Arlindo, sobre as intimidades do casal nesse período difícil, repercutiram nas redes sociais.

O programa também oferece espaço aos repórteres das afiliadas. Boa ideia. Nesta primeira edição, uma colecionadora de bonecas no Nordeste ganhou destaque. A matéria com Richard Rasmussen sobre animais apareceu como ponto negativo da estreia. Ficou descontextualizada com o restante da atração.

Já o ponto alto foi a entrevista, no palco do “Geral do Povo”, com os agentes envolvidos na busca do helicóptero que caiu em Paraibuna, na região do Vale do Paraíba, em São Paulo. É a mescla do jornalismo com o entretenimento que alavancou o “Domingo Legal” nos anos 90.

Os momentos finais do dominical relembraram o quadro da Banheira do Gugu. Geraldo Luis, só de calção, encarou o desafio de encontrar os sabonetes envolvido nos braços de uma modelo.

Durante a primeira edição do “Geral do Povo”, ocorreram, teoricamente, duas quedas de energia. As “falhas técnicas” ajudaram a impulsionar os comentários nas redes sociais.

“Geral do Povo” deveria, na realidade, ocupar a faixa de confronto direto com Eliana e Rodrigo Faro, além das transmissões de futebol da TV Globo. Os dominicais do SBT e Record não passam por um bom momento. Por isso mesmo, o novo programa poderia colher melhor desempenho nos índices de audiência, caso seja antecipado na grade de programação.

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