BandSports se destaca em cobertura da Olimpíada de Tóquio

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Fabio Maksymczuk
Fabio Maksymczukhttp://www.fabiotv.com.br/
Jornalista, membro do júri de TV na APCA, editor do portal FABIOTV, blogueiro e colunista do Além da Tela, com passagem pelo Portal Imprensa (2009/15) e UOL TV Blogs

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Neste domingo (08/08), os Jogos Olímpicos de Tóquio chegaram ao fim. TV Globo, SporTV e BandSports cobriram o maior evento esportivo do planeta. Neste ano, a Olimpíada ocorreu sem a presença do público nas competições. A transmissão televisiva ganhou ainda mais importância neste contexto.

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SporTV contou com quatro canais que exibiram diversas modalidades durante toda a programação. Na TV Globo, madrugada e manhãs tornaram-se espaços dedicados aos Jogos. BandSports cedeu quase 100% de sua grade às competições e se destacou na cobertura, principalmente nos programas temáticos diários.

“Boa Noite Tóquio” com Thomaz Rafael e Renata Saporito ganhava espaço ao meio-dia com bons debates sobre os destaques do dia olímpico. Já o “Maratona BandSports”, apresentado por Maurício Barros e Kalinka Schutel, continuava a analisar o desempenho do Time Brasil entre 15 horas às 17 horas.

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Comentaristas pontuavam os desafios da delegação brasileira que garantiu o melhor desempenho da História dos Jogos em Tóquio com 21 medalhas (7 de outro, 6 de prata e 8 de bronze). Ricardo Prado tocou em feridas da natação nacional. Ele sempre ressaltou que os nadadores e nadadoras do Brasil vivem no “comodismo”.  “Estamos criando atletas frouxos”, disparou. O ex-nadador disse que muito dinheiro foi injetado com a Rio 2016 e propiciou a falta de gana.

Já Marcelo Negrão rebateu as falas de Alison Cerutti que criticou a falta de estrutura do vôlei de praia no Brasil após a eliminação nas quartas de final. O ex-jogador de vôlei elogiou as instalações de Saquarema, sede de preparação dos jogadores da modalidade.

Durante os intervalos comerciais, BandSports exibia “pílulas” com o repórter João Barreto que mostrava os bastidores da Olimpíada de Tóquio. De forma leve e descontraída. Ele segue a cartilha do “jornalismo moleque” (no bom sentido). Nome promissor.

Por outro lado, o experiente Álvaro José, que sempre foi marcado pela sobriedade nas coberturas das Olimpíadas, entrou na onda de “reverberar a emoção”.  Gritava efusivamente com as conquistas dos brasileiros. Passou do ponto.

O mesmo ocorria com o “mestre” desta tendência, Galvão Bueno, que exagerou nas transmissões, especialmente na ginástica artística, e Luis Roberto que passou também do ponto nas partidas de vôlei. O narrador Everaldo Marques sobressaiu nesta cobertura na emissora platinada com o estilo “limpo” e sem maneirismos e ufanismos fora do tom. Cobriu as disputas do skate, uma das melhores novidades dos Jogos Olímpicos.

Ainda na Globo, um fato irritava o telespectador. Durante as competições esportivas, o canal interrompia a transmissão e inseria comercial em tela dupla. Imagem negativa para a marca.

O SporTV funcionou como válvula de escape com as transmissões sempre seguras de Luiz Carlos Junior, especialmente no vôlei. Nas transmissões dos saltos ornamentais, o telespectador sentiu falta da comentarista Celina Braga que morreu no início deste ano.

Os Jogos Olímpicos de Tóquio serviram como escape para a humanidade que ainda vive com a pandemia do novo Coronavírus. Paris agora é a próxima parada.

Fabio Maksymczuk

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Neste domingo (08/08), os Jogos Olímpicos de Tóquio chegaram ao fim. TV Globo, SporTV e BandSports cobriram o maior evento esportivo do planeta. Neste ano, a Olimpíada ocorreu sem a presença do público nas competições. A transmissão televisiva ganhou ainda mais importância neste contexto.

SporTV contou com quatro canais que exibiram diversas modalidades durante toda a programação. Na TV Globo, madrugada e manhãs tornaram-se espaços dedicados aos Jogos. BandSports cedeu quase 100% de sua grade às competições e se destacou na cobertura, principalmente nos programas temáticos diários.

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“Boa Noite Tóquio” com Thomaz Rafael e Renata Saporito ganhava espaço ao meio-dia com bons debates sobre os destaques do dia olímpico. Já o “Maratona BandSports”, apresentado por Maurício Barros e Kalinka Schutel, continuava a analisar o desempenho do Time Brasil entre 15 horas às 17 horas.

Comentaristas pontuavam os desafios da delegação brasileira que garantiu o melhor desempenho da História dos Jogos em Tóquio com 21 medalhas (7 de outro, 6 de prata e 8 de bronze). Ricardo Prado tocou em feridas da natação nacional. Ele sempre ressaltou que os nadadores e nadadoras do Brasil vivem no “comodismo”.  “Estamos criando atletas frouxos”, disparou. O ex-nadador disse que muito dinheiro foi injetado com a Rio 2016 e propiciou a falta de gana.

Já Marcelo Negrão rebateu as falas de Alison Cerutti que criticou a falta de estrutura do vôlei de praia no Brasil após a eliminação nas quartas de final. O ex-jogador de vôlei elogiou as instalações de Saquarema, sede de preparação dos jogadores da modalidade.

Durante os intervalos comerciais, BandSports exibia “pílulas” com o repórter João Barreto que mostrava os bastidores da Olimpíada de Tóquio. De forma leve e descontraída. Ele segue a cartilha do “jornalismo moleque” (no bom sentido). Nome promissor.

Por outro lado, o experiente Álvaro José, que sempre foi marcado pela sobriedade nas coberturas das Olimpíadas, entrou na onda de “reverberar a emoção”.  Gritava efusivamente com as conquistas dos brasileiros. Passou do ponto.

O mesmo ocorria com o “mestre” desta tendência, Galvão Bueno, que exagerou nas transmissões, especialmente na ginástica artística, e Luis Roberto que passou também do ponto nas partidas de vôlei. O narrador Everaldo Marques sobressaiu nesta cobertura na emissora platinada com o estilo “limpo” e sem maneirismos e ufanismos fora do tom. Cobriu as disputas do skate, uma das melhores novidades dos Jogos Olímpicos.

Ainda na Globo, um fato irritava o telespectador. Durante as competições esportivas, o canal interrompia a transmissão e inseria comercial em tela dupla. Imagem negativa para a marca.

O SporTV funcionou como válvula de escape com as transmissões sempre seguras de Luiz Carlos Junior, especialmente no vôlei. Nas transmissões dos saltos ornamentais, o telespectador sentiu falta da comentarista Celina Braga que morreu no início deste ano.

Os Jogos Olímpicos de Tóquio serviram como escape para a humanidade que ainda vive com a pandemia do novo Coronavírus. Paris agora é a próxima parada.

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