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Na última quarta-feira (07/09), o Brasil celebrou o bicentenário de sua Independência. A Band sobressaiu na cobertura do importante marco da historiografia brasileira.

A emissora, desde o ano passado, produziu edições especiais sobre os 200 anos do “Grito do Ipiranga”, especialmente no “Canal Livre”. Rodolfo Schneider e Fernando Mitre entrevistaram uma série de historiadores que analisaram a emancipação do País diante de Portugal, como José Murilo de Carvalho, Lilia Schwarcz e Laurentino Gomes. Passaram detalhes importantes que nem sempre aparecem nos livros escolares. Além disso, dentro dos festejos, o Grupo Bandeirantes apoiou a modernização do Museu do Ipiranga em São Paulo. Ótima iniciativa.

Por outro lado, a TV Globo decepcionou na cobertura do bicentenário. A emissora apostou no fraco especial “200 Anos da Independência – Ainda tem Pendência?” produzido pela TV Verdes Mares, afiliada do Ceará. A atração trouxe um tom superficial. O tempo já era exíguo e o roteiro iniciou com a desconstrução do mito do Descobrimento. O foco deveria ser totalmente voltado aos 200 anos.

“Jornal Nacional” produziu três reportagens sobre o fato. A GloboNews reuniu esse material em um especial que garantiu um conteúdo mais consistente sobre o acontecimento histórico. Funcionou melhor que as reportagens isoladas exibidas no principal telejornal da TV Globo. Também é válido destacar que o canal não exibiu o tradicional desfile cívico-militar de Brasília.

Já a TV Cultura transmitiu, por uma hora e meia, o espetáculo de reabertura do Museu do Ipiranga que contou com João Carlos Martins, Daniel, Fafá de Belém, Margareth Menezes, Criolo, Vanessa da Mata, Johnny Hooker, Silva, entre outros. A emissora da Fundação Padre Anchieta ainda estreou a minissérie IndependênciaS que ganhará análise, em breve, neste espaço. Merece também o destaque positivo.

Fabio Maksymczuk

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